Descrição do produto
Do jeito que a gente é
Márcia Leite
Editora Ática
184 páginas
13,5 x 2,7cm
Chico é um garoto de 17 anos que adora cinema e vê a realidade como se fosse o roteiro de um filme. Só que, nas cenas filmadas neste momento, seu personagem está vivendo a maior crise: ao finalmente reunir coragem de contar que é gay para o melhor amigo, Johnny, o garoto reage mal e se afasta, ao que parece, por definitivo.
Desse jeito, reflete Chico, como contar para o pai e para as outras pessoas próximas que ainda não sabem da sua homossexualidade? Será que elas terão a mesma atitude? Já Beá tem 14 anos e detesta sua aparência. Alta, magra, de cabelos crespos e usando óculos, tem horror de passar na frente de qualquer espelho. Como se não bastasse, vive em crise com a mãe, que insiste em transformá-la em tudo o que Beá não quer ser: uma boneca sempre maquiada, que saltita para todos os lados de vestidos curtos e salto agulha.
Beá e Chico têm muito em comum: precisam descobrir como se gostar para, aí, se assumir para o mundo sem ter medo de mostrar o que realmente são. Suas vidas se cruzam quando a mãe de Beá e o pai de Chico resolvem se casar. E é então que o leitor entra em contato com a personalidade de cada um. Essa é a narrativa do livro “Do jeito que a gente é”, de Márcia Leite, lançamento da Editora Ática.
Chico vive o medo da intolerância, do preconceito, do não-entendimento. Não é para menos: em uma sociedade em que a escola aparece como um dos cenários onde mais existe preconceito acerca da homossexualidade, como ter coragem de sair do armário? Será que as pessoas pensarão que, por ser gay, ele deixa de ser o mesmo Chico? Como fazer as pessoas entenderem que suas escolhas fazem parte do que ele verdadeiramente é e que, sendo assim, não há motivo para escondê-las?
Beá, por sua vez, faz outras perguntas a si mesma: será que algum dia eu vou arrumar uma turma de amigos legais, que não liguem para modas e aparência? Que vão gostar das mesmas coisas que eu? Será que algum menino vai querer me namorar? E minha mãe, vai saber me aceitar como eu gosto de ser?
Sobre a autora
A autora nasceu em São Paulo, em 1960. Publicou trinta livros infantis e juvenis, nas mais importantes editoras brasileiras. Sua obra, já premiada, enfoca de modo sensível e especial os relacionamentos humanos, as descobertas, as fantasias e as angústias que cercam o processo de amadurecimento na adolescência. É também editora e educadora em uma grande escola em São Paulo.
Márcia Leite
Editora Ática
184 páginas
13,5 x 2,7cm
Chico é um garoto de 17 anos que adora cinema e vê a realidade como se fosse o roteiro de um filme. Só que, nas cenas filmadas neste momento, seu personagem está vivendo a maior crise: ao finalmente reunir coragem de contar que é gay para o melhor amigo, Johnny, o garoto reage mal e se afasta, ao que parece, por definitivo.
Desse jeito, reflete Chico, como contar para o pai e para as outras pessoas próximas que ainda não sabem da sua homossexualidade? Será que elas terão a mesma atitude? Já Beá tem 14 anos e detesta sua aparência. Alta, magra, de cabelos crespos e usando óculos, tem horror de passar na frente de qualquer espelho. Como se não bastasse, vive em crise com a mãe, que insiste em transformá-la em tudo o que Beá não quer ser: uma boneca sempre maquiada, que saltita para todos os lados de vestidos curtos e salto agulha.
Beá e Chico têm muito em comum: precisam descobrir como se gostar para, aí, se assumir para o mundo sem ter medo de mostrar o que realmente são. Suas vidas se cruzam quando a mãe de Beá e o pai de Chico resolvem se casar. E é então que o leitor entra em contato com a personalidade de cada um. Essa é a narrativa do livro “Do jeito que a gente é”, de Márcia Leite, lançamento da Editora Ática.
Chico vive o medo da intolerância, do preconceito, do não-entendimento. Não é para menos: em uma sociedade em que a escola aparece como um dos cenários onde mais existe preconceito acerca da homossexualidade, como ter coragem de sair do armário? Será que as pessoas pensarão que, por ser gay, ele deixa de ser o mesmo Chico? Como fazer as pessoas entenderem que suas escolhas fazem parte do que ele verdadeiramente é e que, sendo assim, não há motivo para escondê-las?
Beá, por sua vez, faz outras perguntas a si mesma: será que algum dia eu vou arrumar uma turma de amigos legais, que não liguem para modas e aparência? Que vão gostar das mesmas coisas que eu? Será que algum menino vai querer me namorar? E minha mãe, vai saber me aceitar como eu gosto de ser?
Sobre a autora
A autora nasceu em São Paulo, em 1960. Publicou trinta livros infantis e juvenis, nas mais importantes editoras brasileiras. Sua obra, já premiada, enfoca de modo sensível e especial os relacionamentos humanos, as descobertas, as fantasias e as angústias que cercam o processo de amadurecimento na adolescência. É também editora e educadora em uma grande escola em São Paulo.
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