PostHeaderIcon Lésbicas: escritoras brasileiras

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Aconteceu no dia 21 de novembro, sábado, na Livraria Cultura um encontro de várias tribos de todas as idades para falarmos de escritoras novas e relembrarmos as antigas, organizado pela Editora Malagueta e pelo site Livre Arbítrio. Apesar do pouco espaço para tantas mulheres, a conversa aconteceu de forma descontraída e várias das meninas leram trechos de suas obras ou poemas. Houve uma demonstração clara de que há necessidade de mais oportunidades de encontros como este, para que as pessoas possam entrar em contato com a cultura lésbica e as mulheres que a fazem.
Todas as fotos que publicamos aqui foram tiradas por Stella Couto, que gentilmente as cedeu à Malagueta.

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PostHeaderIcon Malagueta em O Estado de S.Paulo

Matéria super simpática escrita por Ciça Vallerio e publicada no jornal O Estado de S.Paulo de domingo, dia 15 de novembro de 2009, no Suplemento Feminino. Olhe só que bacana um jornal que costumava ser tão conservador dando espaço para lésbicas!

Uma editora engajada

O primeiro e único selo editorial da América do Sul especializado em publicações para lésbicas completa um ano

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PIONEIRISMO – Hanna (esquerda) e Laura
comemoram o lançamento do quarto livro da Malagueta
A Malagueta é um empreendimento de lésbicas para lésbicas. Este é o mote da única editora da América do Sul que publica livros voltados só para mulheres homossexuais. Após um ano de existência do negócio, as sócias Laura Bacellar e Hanna Korich se preparam para lançar este mês o quarto título e comemorar o resultado dessa empreitada.
"Já participamos de várias feiras do livro, fizemos encontros literários em muitos estados, firmamos parcerias com livrarias independentes e, o mais importante, estamos contribuindo para a ampliação da cultura lésbica, que é uma maneira de erradicar o preconceito", avisa Laura, de 49 anos, respeitada profissional do mercado editorial, com passagens pelas principais editoras do País. Foi ela que lançou o selo GLS, criado dentro da Summus, e o primeiro do País dedicado às minorias sexuais.
Quando Laura fala em "ampliar a cultura lésbica" significa aumentar a visibilidade das homossexuais para que essas mulheres possam ser aceitas cada vez mais pela sociedade e por elas próprias. "Ao contrário dos homens gays, fomos ensinadas a ficar quietas", ressalta. "Mas a nova geração já começa a mudar isso, tornando-se menos invisível. Mesmo assim, tudo o que é produzido na nossa cultura só é pensado para as mulheres heterossexuais, apesar de pesquisas do porte do Relatório Kinsey revelarem que 10% das mulheres são lésbicas."

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PostHeaderIcon Entrevista à Rádio Cultura

cultura_am1Laura Bacellar e Hanna Korich dão entrevista à Rádio Cultura Brasil, de São Paulo. Falam por quase meio hora sobre a pimenta literária no programa Galeria, comandado pelo super simpático Alexandre Ingrevallo. Ouça aqui.
 

PostHeaderIcon Nova autora gaúcha

mesa_27Adriana Nicolodi, jovem autora lá de Porto Alegre, faz sua estréia nos livros com o envolvente romance Mesa 27. Simpática e assumida, a obra acompanha as tentativas de Nina, uma chef que trabalha num pequeno restaurante em Montreal, de conquistar uma médica lindíssima, rica, famosa e... casada. Numa linguagem informal e bem-humorada, vamos seguindo de perto aquele nervosismo de se meter a cara e ir atrás de alguém impossível, aquela eletricidade no ar de um encontro mágico e toda a intensidade do início da paixão.
Para quem gosta de romances rasgados, de amor incondicional, de paixão que faz tremer, aqui estão páginas de uma ótima diversão. Mais uma autora independente que nós da Malagueta promovemos com o maior prazer, em busca de uma cultura lésbica ativa e vibrante.
 

PostHeaderIcon Malagueta na revista IstoÉ

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Saiu uma reportagem simpática na revista IstoÉ de 30 de setembro de 2009, na seção comportamento, assinada pela jornalista Verônica Mambrini, que menciona a pimenta literária e nossa próxima autora, Karina Dias. Confira.

No mundo das lésbicas

Nas baladas e eventos de mulheres homossexuais se constata que elas querem um espaço próprio, independente dos homens gays

A DJ Nina Lopes, 37 anos, toca todo sábado na primeira festa fixa voltada para lésbicas de São Paulo. "De um ano para cá, teve um boom de baladas para mulher. Temos eventos de sexta e sábado toda semana e outros esporádicos, uma vez por mês ou a cada 15 dias", conta. Alguns chegam a atrair 2,5 mil pessoas. Nas baladas para mulheres homossexuais, a paquera é sutil.
Em vez de abordagens agressivas, as meninas dançam coladas, lançam olhares, esperam uma resposta. Na Superdyke, festas homossexuais femininas, no UltraClub, onde Nina comanda o som, o público está na casa dos 20 anos. Se em lugares públicos namoradas nem sequer podem dar a mão despreocupadamente, lá, casais dão beijos apaixonados. Na pista, garotas dançam bem perto, encaixando os corpos, numa liberdade difícil de imaginar numa festa heterossexual. As atrações da pista são o ponto alto da noite, com shows de gogo dancers e strippers - moças se aglomeram ao redor do palco e gritam, assoviam. No lounge, casais namoram, conversam e dão risada, como se estivessem em bancos de parque, mas sob a proteção das quatro paredes da casa. As lésbicas querem um espaço só delas.

"Quando se fala em movimento gay, as pessoas nem pensam em mulheres. Então é um jeito de dizer que existimos"
Karina Dias, escritora

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PostHeaderIcon Malagueta no Pequenas Empresas Grandes Negócios

Em 2 de dezembro de 2009 saiu essa matéria simpática no site da Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Editora brasileira lança títulos voltados para o público lésbico

A Malagueta surgiu em 2008 e já produziu três títulos, além de vender obras de literatura lésbica de outras editoras

Por Rafael Farias Teixeira
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Alguns dos títulos vendidos na loja virtual da Editora Malagueta.
Era uma vez um grupo de amigas lésbicas que não tinham muitos “era uma vez” lésbicos para ler no dia a dia. Decidiram se juntar, então, e formar uma editora que publicasse obras voltadas para esse público. Sob a direção de Laura Bacellar, 49 anos, formada em editoração pela Universidade de São Paulo, a Editora Malagueta abriu suas portas – virtuais – em 2008.
“Fazemos parte de uma minoria, mas não uma minoria pequena”, afirma Laura, que acredita que o L da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) não receba a mesma atenção que os gays do sexo masculino. “O público lésbico ainda é invisível. As pessoas têm dificuldade em aceitar que ele existe. Os gays aparecem mais e isso não é demérito. Eles conquistaram esse espaço.”
Para mudar isso, a Malagueta procura levar autoras conhecidas do gênero da internet para o meio impresso, além de promover eventos que discutam o tema. “Existe cultura lésbica. E pessoas pensando nessa cultura”, diz Laura. “Nós queremos abrir um espaço maior para que mais pessoas conheçam esse universo.”
Além de lançar títulos originais – a editora já possui três publicados – a Malagueta comercializa livros de literatura lésbica de outras editoras em sua loja online. No dia 17 deste mês (quinta-feira), lançará sua quarta obra, “Aquele dia junto ao mar”, da autora Karina Dias, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, a partir das 18h30. A trama acompanha a tumultuada história de amor de Duda, uma estudante de educação física, e Gabriela, uma garota de programa complicada e cheia de más companhias.
 

PostHeaderIcon Comentários de leitoras

Várias simpáticas leitoras e Hanna Korich, uma das sócias da Malagueta, comentam o livro Amores cruzados, de Fátima Mesquita.

 

PostHeaderIcon Malagueta em Pernambuco!

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No dia 17 de setembro aconteceu na Livraria Cultura de Recife o 1º. Encontro sobre Literatura Lésbica de Pernambuco e o lançamento do livro Shangrilá de Marina Porteclis. Foi ótimo! O auditório encheu de gente (veja as fotos), a conversa foi de um nível altíssimo, a plateia ficou bastante interessada, foram quase duas horas de troca de ideias. Fora que todo mundo nos recebeu com um carinho impressionante, com todo o calor que quem mora nos trópicos tem no sangue. Nós da Malagueta agradecemos muito!
Renata Pimentel, professora de literatura das faculdades Fafire e Facho de Recife, brincou bastante com as expectativas que todos temos a respeito de lésbicas; Elisa Nóbrega, professora de história da Universidade Estadual da Paraíba, falou sobre a Malagueta ser uma ruptura contra a homofobia; Karina Dias, a próxima autora a ser publicada pela Malagueta, falou de sua escrita; Laura Bacellar, editora da pimenta literária, apresentou o projeto da Malagueta, e a atriz Laís Vieira nos brindou com uma leitura deliciosa de trechos do Shangrilá.
Todas as fotos foram gentilmente cedidas por Letícia Paes.

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